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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

 The Beatles


The Beatles foi uma banda de rock britânica, formada em Liverpool em 1960 e um dos atos mais comercialmente bem-sucedidos e aclamados da história da música popular. A partir de 1962, o grupo era formado por John Lennon (guitarra rítmica e vocal), Paul McCartney (baixo e vocal), George Harrison (guitarra solo e vocal) e Ringo Starr (bateria e vocal). Enraizada do skiffle e do rock and roll da década de 1950, a banda veio mais tarde a assumir diversos gêneros que vão do folk rock ao rock psicodélico, muitas vezes incorporando elementos da música clássica e outros em formas inovadoras e criativas. Sua crescente popularidade, que a imprensa britânica chamava de "Beatlemania", fizeram com que eles crescessem em sofisticação. Os Beatles vieram a ser percebidos como a encarnação de ideais progressistas e sua influência se estendeu até as revoluções sociais e culturais da década de 1960.
Com a formação inicial de Lennon, McCartney, Harrison, Stuart Sutcliffe (baixo) e Pete Best (bateria), os Beatles construíram sua reputação nos pubs de Liverpool e Hamburgo durante um período de três anos a partir de 1960. Sutcliffe deixou o grupo em 61, e Best foi substituído por Starr no ano seguinte. Abastecida de equipamentos profissionais moldados por Brian Epstein, que depois se ofereceu para gerenciar a banda, e com seu potencial reforçado pela criatividade do produtor George Martin, os Beatles alcançaram um sucesso imediato no Reino Unido com seu primeiro single "Love Me Do". Ganhando popularidade internacional a partir do ano seguinte, excursionaram extensivamente até 1966, quando retiraram-se para trabalhar em estúdio até sua dissolução definitiva em 1970. Cada músico então seguiu para uma carreira independente. McCartney e Starr continuam ativos; Lennon foi baleado e morto em 1980, e Harrison morreu de câncer em 2001.
                                         
Durante seus anos de estúdio, os Beatles produziram o que a crítica considera um dos seus melhores materiais, incluindo o álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (1967), amplamente visto como uma obra-prima. Quatro décadas após sua dissolução, a música do grupo continua a ser muito popular. Os Beatles tiveram mais álbuns em número 1 nas paradas britânicas do que qualquer outro ato musical.De acordo com a RIAA, eles venderam mais álbuns nos Estados Unidos do que qualquer outro artista.Em 2008, a Billboard divulgou uma lista dos top-selling de todos os tempos dos artistas Hot 100 para celebrar o cinquentenário das paradas de singles dos EUA, e a banda permaneceu em primeiro lugar.Eles já foram honrados com 7 Grammy Award, e 15 Ivor Novello Awards da BASCA. Já venderam mais de um bilhão de discos. Os Beatles foram coletivamente incluídos na compilação da revista Time das 100 pessoas mais importantes e influentes do século XX.


  Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Renantique-Aracaju Sergipe


Grupo independente, o conjunto de Música Antiga Renantique foi criado em junho de 1996 por integrantes do Grupo de Flauta Doce do Centro de Criatividade e pelo soprano Adélia Vieira (in memorian) com o intuito de executar a música da Idade Média e Renancença, algo inédito em Sergipe. Tal iniciativa insere-se no movimento de redescoberta da Música Antiga com interpretação e cópias de instrumentos de época, Performance Intruída Historicamente, que tomou vulto na Europa e EUA desde meados do século passado. E, no Brasil, surgiram alguns grupos do gênero nas últimas décadas, como: Trovadores Medievais (Porto Alegre), Música Antiga da UFF e Longa Florata (Niterói), Syntagma (Fortaleza), Neuma e Ars Mensurbilis (Londrina), Quadro Cervantes e A Tempo (Rio de Janeiro), entre outros. 

O Renantique tem a estrutura de um Broken Consort renascentista, onde são combinados instrumentos de famílias diferentes (sopro, cordas e percusão), cópias autênticas dos instrumentos da Idade Média e Renascença, e as vozes: soprano, contralto, contratenor, tenor e barítono, utilizando-se antigas técnicas para a execução dos instrumentos e para a emissão das vozes, Os integrantes do Conjunto de Música Antiga Renantique vêm se dedicando e se especializando em Música Antiga com professores do Brasil e de outros países, através dos cursos de festivais internacionais, como as Oficinas de Música de Curitiba e do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora e do VII Encontro de Música Antiga de Olinda/PE. Difudindo um amplo repertório da Idade Média e Renascença, como: Música das Cruzadas; dos Trobadours, Trouvéres e Minnisingers; Cantigas de Santa Maria e Martin Codax; do Manuscrito de Carmina Burana; Danças medievais e renascentistas; Trecento Italiano; Música Franco-Flamenga séc. XV; Música de Henrrique VIII e sua corte; Música Elizabetana e do Teatro de Shakespeare e Música Ibérica séc. XVI. Desde que foi criado, o grupo desenvolve projetos com concertos frequentes na capital e no interior de Sergipe, assim como, em seus Estados vizinhos, Alagoas e Bahia a convite de universidades e centros culturais.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

       Texto Música Erudita
A Música erudita ou clássica é bem difícil de se definir. De uma forma mais geral, pode-se afirmar que ela abrange toda forma musical admitida nas academias, pesquisada e interpretada no âmago das convenções e dos cânones previamente determinados pelos historiadores da música.
Os dicionários de música costumam também disseminar outra noção desta expressão, a de que ela tem o sentido de música séria, contrapondo-se às canções populares, folclóricas e ao jazz. Mas não há muito sentido nesta idéia, pois qualquer musicalidade pode ser austera, não precisando, portanto, ser erudita para tal.
Uma outra concepção restringe-se ao que se chama de música clássica, definindo-a como uma estrutura esteticamente distinta, harmônica, objetiva e rigorosa, ausente de informalidades, emoções excessivas e procedentes da alma humana, típicas das músicas nascidas durante o Romantismo. Mas aí reside um problema difícil de equacionar, o de que músicos como Beethoven e Schubert apresentam características românticas em suas composições, e seria inviável excluí-los do quadro das músicas clássicas só por esta razão.
Uma concepção alternativa é a de que a música erudita é aquela que foi concebida de 1750 a 1830, incluindo especialmente as produções de Haydn, Mozart e Beethoven, destacando-se a Escola Clássica Vienense, já que nesta época Viena era considerada o centro musical da Europa. Dela nasceram as sinfonias, os quartetos de cordas e os concertos; ela foi responsável também pela predominância das composições instrumentais sobre as criações direcionadas para o estilo coral. Deste movimento surgiu igualmente a sonata, que se aprimorou ao longo do século XVIII.
O termo erudito provém do latim ‘eruditus’, significando ‘educado’ ou ‘instruído’. A música elaborada neste estilo desenvolveu-se segundo os moldes da música secular e da liturgia ocidental, em uma escala temporal ampla que vai do século IX até os nossos dias. Suas regras essenciais foram estruturadas entre 1550 e 1900. Esta música engloba várias modalidades, desde as complexas fugas até as operetas, criadas para entreter os ouvintes.
A expressão ‘música clássica’ passou a ser usada a partir de princípios do século XIX, quando houve a intenção de se transformar a era que inicia com Bach e vai até Beethoven, em um período de ouro. Atualmente este rótulo é aplicado tanto à música clássica, no sentido de produção de alto nível, quanto à erudita no todo. Não é fácil delimitar suas bases, que só começam a serem delineadas após a intervenção de Reicha, em 1826, e de Czerny, em 1848.
O formato sonata trouxe à música erudita modificações fundamentais. Com este estilo vieram arrebatados contrastes de tonalidades, contraposições entre distintas concepções temáticas e, como consequência, um incremento da carga dramática desta estrutura musical, bem como uma maior junção desta por meio dos instrumentos. Seus principais traços estão nos primeiros movimentos de Haydn, Mozart e Beethoven.
A música clássica produzida na Europa se distingue das demais pela sua inserção no mecanismo conhecido como notação em partituras, sistema utilizado desde o século XVI. Este método propicia a execução da obra, indicando altura, velocidade, métrica, ritmo e a forma de se tocar uma peça musical.